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Os imóveis, a verdadeira riqueza e os investimentos estéreis

Os governos se sucedem e o Brasil continua sendo o paraíso dos banqueiros, dos agiotas, dos usurários, dos rentistas. A ciranda da aplicação e dos rendimentos financeiros tão festejados e desejados por todos que podem fazer uma poupança, na verdade é a nossa desgraça. Números gordos resultantes da aplicação usurária não dão emprego, não criam riqueza, pouco imposto rendem: é uma seara estéril. Felizmente, o quadro começa a mudar. A queda da taxa SELIC está tirando o grande atrativo de todas as aplicações puramente financeiras especulativas, criando espaço para atividades laborativas que realmente agregam valor na sociedade.



Reunião discutiu recebimento de resíduos da construção civil

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Os imóveis, a verdadeira riqueza e os investimentos estéreis

Os governos se sucedem e o Brasil continua sendo o paraíso dos banqueiros, dos agiotas, dos usurários, dos rentistas. A ciranda da aplicação e dos rendimentos financeiros tão festejados e desejados por todos que podem fazer uma poupança, na verdade é a nossa desgraça. Números gordos resultantes da aplicação usurária não dão emprego, não criam riqueza, pouco imposto rendem: é uma seara estéril. Felizmente, o quadro começa a mudar. A queda da taxa SELIC está tirando o grande atrativo de todas as aplicações puramente financeiras especulativas, criando espaço para atividades laborativas que realmente agregam valor na sociedade.


Os governos se sucedem e o Brasil continua sendo o paraíso dos banqueiros, dos agiotas, dos usurários, dos rentistas. O que significam para o país os bilhões da especulação financeira? A origem dessa orgia dinheirista se sabe: os governos precisam desesperadamente de recursos para bancar seus excessos de gastos, então, a solução que adotam é emissão de Títulos Públicos, para juntar dinheiro para pagar e financiar suas atividades (é o que dizem), como educação, saúde e infraestrutura.



Assim, quando uma pessoa compra um título público, está emprestando dinheiro ao governo. O cidadão fica contente, porque ao resgatar sua aplicação vê números gordos, cada vez maiores. Para que serve essa gincana de acumular papéis impressos e números? Enquanto isso, a dívida pública aumenta, aumenta e aumenta. Já está em R$ 3.400.000.000,00 (tres trilhões e quatrocentos bilhões de Reais), ou seja, cada brasileiro deve R$ 16.505,00 já ao nascer. Aumenta facilmente inclusive porque há muita facilidade de desviar, roubar, dar e receber propina, como estamos enfastiados de ver e ouvir diariamente. O correto é dizer ‘pobre país’. A ciranda da aplicação e dos rendimentos financeiros tão festejados e desejados por todos que podem fazer uma poupança, na verdade é a nossa desgraça. Números gordos resultantes da aplicação usurária não dão emprego, não criam riqueza, pouco imposto rendem: é uma seara estéril.



Felizmente, o quadro começa a mudar. A queda da taxa SELIC (também conhecida como taxa básica de juros da economia brasileira, é a segunda menor taxa de juros, a menor é a TJLP, e serve de referência para a economia brasileira; é usada nos empréstimos entre bancos e também nas aplicações feitas por estas instituições bancárias em títulos públicos federais)está, felizmente, tirando o grande atrativo de todas as aplicações puramente financeiras especulativas.



E chega de novo a vez do investimento produtivo, gerador de riqueza, de emprego, de impostos, de dignidade especialmente para os brasileiros mais necessitados. Seja porque os investimentos em ativos reais – imóveis de todos os tipos – e em negócios, geram oportunidades de emprego para quem precisa, seja porque também vem facilitar para quem precisa de imóveis, moradia, espaço comercial mais barato, chances de empreender negócio novo. De praça da especulação financeira, o Brasil tem tudo para ser o grande porto dos investimentos econômicos geradores de desenvolvimento, com margem de lucratividade até maior do que a reles usura dos juros improdutivos. Que os agiotas, os usurários, os dinheiristas de plantão, os sustentadores da ciranda financeira inútil, fiquem cada vez mais sem graça, desencorajados, frustrados, e deprimidos! Só assim, quem trabalha, quem produz, quem transporta, quem planta, quem comercializa, quem fabrica, quem empreende, quem inova, quem constrói a nação, terá um lugar reconhecido e esforços recompensados. Abaixo a SELIC e toda a agiotagem que até aqui campeou no pobre Brasil!



À medida que se perde a graça de ter o dinheirinho a juros, os imóveis vem a ser de novo a grande oportunidade para investimentos altamente rentáveis.